terça-feira, 9 de novembro de 2010

Venezuela oil business


Venezuela’s President Hugo Chávez Frías frequently boasts his country is home to the second largest accumulation of crude oil reserves in the world -- only surpassed by Saudi Arabia -- and the fifth and third largest exporter of crude oil and petroleum products to the US market, respectively. He would be correct to point out that Venezuela’s Orinoco Heavy Oil Belt (“Orinoco Belt”) is home to the largest accumulation of recoverable heavy and extra-heavy oil in the world.
Worldwide, the decline in conventional crude oil reserves and production has and will force hydrocarbon-consuming nations to focus more attention on the heavy and extra heavy oil basins worldwide. Venezuela, with its large resource base, stands as one of the countries that could benefit the most.
Even as foreign investors have been invited to Venezuela to assist in certifying and quantifying its heavy and extra heavy oil reserves, it still remains to be seen whether or not these investors or others will be willing to take the risk and invest in the multimillion dollar activities needed to commercially develop the country’s resources. However, despite investor pessimism and a not-so-attractive investment scenario, the risk-reward tradeoff remains extremely attractive to independents and integrated majors as well as state-run oil companies.

domingo, 7 de novembro de 2010

DISCURSO DO PAPA JOÃO PAULO II AOS PARTICIPANTES NA SEMANA DE ESTUDOSSOBRE «ENERGIA E HUMANIDADE»

14 de Novembro de 1980
Senhoras e Senhores
Sabeis o valor que dou ao trabalho de investigação dos membros da nossa Pontifícia Academia das Ciências. Podeis imaginar a minha alegria em vos encontrar, antes de terminardes os vossos trabalhos que fazem honra à Santa Sé, para vos exprimir a minha estima pessoal e para vos encorajar.
A semana de estudos que vos reuniu trata de um dos problemas mais graves que a humanidade deve enfrentar hoje. E a vossa análise dos dados científicos sobre a energia está precisamente orientada para a solicitude pelo destino da humanidade: «Energia e Humanidade». Felicito-vos, eu que, na sede da UNESCO, no dia 2 de Junho passado, insisti sobre a necessidade de evitar que o progresso do conhecimento científico desinteressado ignore as responsabilidades das consciências (nn. 20-22).
Permiti-me agora que evoque diante de vós, de maneira bem simples e desprovida de técnica, estes dados que evidentemente vos são muito familiares; faço-o apenas com o propósito de manifestar o meu interesse pelos vossos intercâmbios e de partilhar convosco alguns interesses de ordem ética.
Ao longo da sua história, o homem desenvolveu as formas de energia de que tinha necessidade, passando da descoberta do fogo a formas de energia cada vez mais ricas, chegando por fim à energia nuclear, assombrosa em muitos pontos de vista. Simultaneamente, o progresso da industrialização deu lugar, sobretudo nestes últimos tempos, a um consumo cada dia maior, a ponto de alguns recursos naturais estarem em vias de extinção. A nossa civilização — sobretudo os seus cientistas e os seus técnicos —, deve procurar métodos novos para utilizar as fontes de energia que a Providência divina pôs à disposição dos homens. E é preciso também que os próprios governos adoptem uma política energética unificada, de forma que a energia produzida numa região possa ser utilizada noutras regiões.
É bem evidente que o sol, a primeira fonte de energia e a mais rica para o nosso planeta, deveria ser estudado mais cuidadosamente pelos investigadores; esta devia tornar-se uma das suas principais preocupações. Embora seja verdade que a utilização directa da energia solar ainda se apresenta longínqua, esta perspectiva não deve fazer atenuar os esforços dos investigadores nem o apoio dos governos. De resto, já se obtiveram alguns resultados e já se beneficia deles em várias partes do mundo. Por outro lado, outras formas de energia, tais como a energia eólica, marinha ou geotérmica, já foram utilizadas, embora de modo ainda limitado, e em função das condições geográficas.
Já me apercebi que a utilização da biomassa vos captou a atenção e vos detendes sobre a necessidade do desenvolvimento de estudos relacionados com a fotossíntese.
A madeira tem lugar entre as fontes de energia mais antigas. Nos países em via de desenvolvimento, permanecerá sem dúvida por muito tempo a fonte principal de energia. Mas é necessário que o uso desta forma de energia tradicional e importante não dê lugar ao desbaste e à destruição de florestas que produzem graves desequilíbrios ecológicos. E preciso pois prever um repovoamento florestal activo, que deve ser levado a efeito pelos botânicos, ecólogos e pedólogos. A sua realização deverá ser objecto de diligências cuidadosas por parte dos planificadores e dos políticos.
No que diz respeito a outras formas de energia, tais como quedas de água, carvão, petróleo e energia nuclear, a escolha delas fundamenta-se evidentemente em vários factores que dependem dos recursos naturais e humanos, do crescimento demográfico, de formas de desenvolvimento, e da economia. Estou certo que tereis tomado em consideração, nas vossas discussões, as regras que se impõem para eliminar os perigos que ameaçam, de perto ou de longe, os que estão expostos a sofrer os prejuízos eventuais provenientes da utilização de certas formas de energia, e também para promover sempre a salvaguarda ecológica, a protecção da fauna e da flora, e para evitar a destruição das belezas naturais que enchem o coração de admiração e de poesia.
Pude constatar por mim mesmo os estragos causados à beleza da natureza por instalações industriais que poderiam ter sido colocadas noutra parte ou concebidas de uma forma diferente. Conheci sobretudo por experiência pessoal os sofrimentos dos mineiros de carvão, cujos pulmões ficam impregnados da poeira que envenena as galerias das minas. Atrevo-me a esperar que estejam desde já adoptados, em nome dos direitos do homem e para melhoramento da qualidade de vida, métodos novos e eficazes para a utilização das fontes convencionais de energia, e que já não aconteça assim que se veja pôr em perigo, além do ambiente natural, os trabalhadores e as populações.
Convém reflectir enfim sobre os perigos de ordem económica e moral que são devidos ao que se chama a civilização de consumo actual, e às suas estruturas. Como escrevi na minha encíclica Redemptor Hominis: «E bem conhecido o quadro da civilização de consumo que está num certo excesso de bens necessários ao homem, a sociedades inteiras — trata-se aqui das sociedades ricas e muito desenvolvidas — , enquanto as outras sociedades, pelo menos grandes camadas destas, sofrem fome e muitas pessoas morrem todos os dias de debilidade e desnutrição...
A amplitude do fenómeno põe em causa as estruturas e os mecanismos financeiros, monetários, produtivos e comerciais que, apoiados por várias pressões de ordem política, regem a economia mundial: mostram-se incapazes de resolver as injustiças herdadas do passado e de enfrentar os desafios urgentes e as exigências éticas do presente. Seja por submeterem o homem às tensões que ele mesmo cria, seja por malbaratarem a um ritmo acelerado os recursos materiais e energéticos, seja ainda por comprometerem o ambiente geofísico, estas estruturas fazem que se desenvolvam sem cessar as zonas de miséria e com elas a angústia, a frustração e a amargura» (n. 16).
As frustrações a que está sujeito o homem de hoje por causa do consumo excessivo por um lado, podem ser resolvidas apenas se se vier a reconhecer que a energia, seja qual for a sua forma ou origem, deve cooperar para o bem do homem. A energia e os problemas que ela põe não devem servir os interesses egoístas de grupos particulares, que procuram aumentar o círculo da sua influência económica e política; com mais razão ainda, não devem dividir os povos, colocar umas nações em estado de dependência em relações a outras, aumentando os riscos de guerra ou de hecatombe nuclear.
A energia é um bem universal que a divina Providência pôs ao serviço do homem, de todos os homens, seja qual for a parte do mundo a que pertençam, e precisamos de pensar também nos homens de amanhã, porque o Criador confiou a terra e a multiplicação dos seus habitantes à responsabilidade do homem.
Julgo que se pode considerar como dever de justiça e de caridade o esforço resoluto e perseverante feito para economizar as fontes de energia e respeitar a natureza, não só para que toda a humanidade de hoje as possa aproveitar, mas também as gerações futuras. Somos solidários das gerações futuras. E espero que os cristãos, movidos de forma particular pelo reconhecimento para com Deus, pela convicção do sentido da vida e do mundo, pela esperança e por uma caridade sem limites, sejam os primeiros a apreciar este dever e a .tirar dele as consequências.
Agradeço-vos, Senhoras e Senhores, terdes respondido em número tão imponente — atendendo à vossa elevada competência — ao apelo que vos dirigiu a Pontifícia Academia das Ciências, e formulo os melhores votos por que os vossos trabalhos sirvam para o bem de toda a humanidade. Peço a Deus que vos ajude nesta nobre tarefa, no momento em que parto para a Alemanha para comemorar Santo Alberto Magno, cuja obra científica foi considerável no seu tempo, ao lado da reflexão filosófica e teológica. Peço ao Senhor igualmente que vos abençoe e às vossas famílias.



Fonte - Libreria Editrice Vaticana

sábado, 9 de outubro de 2010

Petrobras anuncia nova descoberta de gás no Peru

A petrolífera brasileira Petrobras, parceira da Galp na exploração no Brasil, anunciou hoje a descoberta de uma reserva de gás no Peru
A estatal brasileira informou, num comunicado, que a descoberta foi feita a 4.400 metros de profundidade no lote 58, detido pela filial peruana da Petrobras, na região de Camisea, Sudeste do Peru.
Trata-se da segunda descoberta feita pela empresa estatla brasileira na mesma área, cujo potencial de produção é estimado em 48.000 milhões de metros cúbicos.
Fonte - Lusa

quarta-feira, 6 de outubro de 2010

O IEA – Instituto Energético Atlântico

Por: IEA Energetico Atlantico

Em termos de objectivos gerais, pretende-se:
- Habilitar as empresas e governos com ferramentas de análise, compreensão e intervenção na extração de recursos naturais, sua transformação, armazenamento, transporte, distribuição e consumo da energia, assim como dotá-los de competências reflexivas e práticas de eficiência energética;
- Explicar conceitos e aplicá-los, actualizando-os numa perspectiva inovadora;
- Criar sinergias de intercâmbio de conhecimentos e saberes, de actuações, de modos de intervenção;

Em termos de objectivos específicos:
- Promover a compreensão da importância do valor da relação da extração e utilização de recursos energéticos com o desenvolvimento sócio económico dos países ricos nesses recursos, na necessidade de inovação tecnológica para fontes alternativas de energia a custos sustentaveis e na prtoteção da biodiversidade da natureza;
- Aumentar a capacidade para a compreensão, intervenção e resolução de situações de conflitos económicos situados no âmbito genérico da "Energia" de forma não violenta;
- Desenvolver a capacidade de identificação de comportamentos de risco e incentivar atitudes de prevenção;
- Promover competências para agir adequadamente á violação da regulação;
- Desenvolver uma cultura que habilite ao investimento da inovação energética nos países membros.

Os principios orientadores que regem o presente projecto assentam na consideração dos valores interpessoais e sociais, com particular atenção ao desenvolvimento tecnológico e económico da realidade presente para a conjugação do tradicional com alternativas futuras, à distribuição da riqueza que advém da exploração dos recursos naturais, à proteção ambiental e à responsabilidade social das empresas.

Daqui decorre a formação da sua agenda e a orientação para promover o desenvolvimento do diálogo entre países ricos em recursos naturais, governos e empresas que actuem no âmbito e circuito da energia. Considera a variedade de perspectivas de análise dada a abrangência,complexidade e transversalidade das especificidades de cada País.
Em função do propósito e dos princípios enunciados, propõem-se as seguintes linhas:

1) Abordagem numa lógica de multidisciplinaridade e transversalidade dos saberes, questões que requerem os contributos das ciências, da sociologia, da ciência política, do direito e e da economia;
2) Identificação de questões e definir problemas, apontar orientações estrtágicas futuras e avaliar propostas do presente;
3) Construir uma visão global das especificidades nacionais e dos problemas na área da governanças dos recursos naturais, incentivo á inovação tecnológica e consciencialização cívica sobre eficiência energética.
4) Elaborar a agenda para o primeiro FÓRUM sobre Energia, que anualmemente se reúnirá

O Centro do IEA é constituído pelo Secretariado Permanente para o Fórum sobre Governança Energética.

Perfil do Autor

www.energiasportal.com http://ieaenergiatlantico.blogspot.com/

(Artigonal SC #3409197)

Fonte do Artigo - http://www.artigonal.com/meio-ambiente-artigos/o-iea-instituto-energetico-atlantico-3409197.html

terça-feira, 5 de outubro de 2010

Gás descoberto em Morada Nova de Minas equivale a "meia Bolívia"

O gás natural descoberto em Morada Nova de Minas, na Região Central do estado, será explorado comercialmente a partir do ano que vem. O volume descoberto num único poço pode chegar à metade do fornecido ao Brasil pela Bolívia, estimou quinta-feira o governador mineiro Antônio Augusto Anastasia. “O empresário Eike Batista diz que descobriu meia Bolívia de gás natural no Maranhão. A outra metade, se Deus quiser, está aqui”, frisou. O Brasil importa diariamente da Bolívia até 30 milhões de metros cúbicos do combustível. A descoberta ocorreu há uma semana e foi comunicada segunda-feira à Agência Nacional de Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP). Desde a confirmação da existência do combustível, porém, os indícios do potencial da reserva durante a perfuração estão cada vez mais robustos, informou o governador. A presença de gás natural em Minas significa a redenção econômica para a Bacia do Rio São Francisco porque, além de atrair indústrias, representa a possibilidade de aumento de arrecadação para os pequenos municípios locais na forma de royalties, sem contar o fato de que o estado tem participação em cinco dos 43 poços licitados pela ANP na região. Ainda vai levar 60 dias para que o consórcio que reúne Codemig, Orteng, Imetame Energia e Delp Engenharia no projeto de exploração do combustível divulgue o tamanho da reserva e a vazão do gás em Morada Nova de Minas. Serão mais 30 dias de perfuração a uma razão diária de 53 metros de profundidade, até chegar à meta principal, que é alcançar 2,5 mil metros de profundidade. O gás descoberto na semana passada foi encontrado a 1.440 metros da superfície. Em seguida, começa a ser feito o teste de formação de poço, que levará outros 30 dias até ser concluído. O que se sabe, de imediato, é que o gás poderá ser explorado por meio da construção de uma termelétrica vizinha ao poço ou da construção de um gasoduto, mas tudo depende do volume que será apurado. “O importante é que foi encontrado um volume considerável no primeiro furo de um bloco de 3 quilômetros quadrados. Essa descoberta nos dá garantia de que estamos no caminho certo”, disse o governador. De acordo com ele, com a confirmação da existência do combustível, o gás natural ficará mais barato em Minas. Em junho, o preço do metro cúbico do combustível importado da Bolívia custava US$ 7,42 por milhão de BTUs, 35% a mais que o produzido no Brasil até agora. Na Europa, a mesma quantidade de gás custa em média US$ 3, informou a Secretaria de Desenvolvimento Econômico. “Esse gás mais barato servirá para todos os consumidores, especialmente os industriais, porque isso significa uma redução do custo da produção”, disse Anastasia. Para o presidente da Confederação Nacional da Indústria (CNI) e da Orteng, Robson Andrade, o gás será um atrativo a mais para novos projetos e a diversificação da indústria em Minas, como é o caso do setor petroquímico. “É a possibilidade de termos gás à disposição dentro da nossa casa”, comparou. Além do consórcio formado pela iniciativa privada e a Codemig, empresas como Petrobras, Shell e British Petroleum também são donas de blocos estão e desenvolvendo pesquisas na área licitada. Segundo Oswaldo Borges da Costa Filho, presidente da Codemig, os blocos só foram licitados pela ANP a pedido do ex-governador Aécio Neves. “Ele questionou o motivo pelo qual as áreas onde havia indícios da existência do combustível não iam a leilão”. De acordo com Costa Filho, na época, a dúvida é se haveria empresários interessados em participar da disputa. “Hoje o gás é uma realidade. Mas essa foi uma ação planejada, não caiu do céu”. A expectativa é que os royalties a serem arrecadados com a produção de gás natural em Minas fiquem entre 5% a 6% da produção. Além disso, o estado é dono de 49% da exploração, já que é essa a sua participação no consórcio. Os outros 51% estão nas mãos da iniciativa privada. “O gás é extremo indutor de crescimento industrial em qualquer país. Europa e Estados Unidos só conseguiram desenvolver sua indústria com a matriz energética do gás”, sustenta o secretário de Desenvolvimento Econômico Sérgio Barroso.
Fonte - Guia BD

Venezuela vendeu US$ 15,815 bi em petróleo aos EUA

As exportações de petróleo venezuelano para os Estados Unidos somaram US$ 15,815 bilhões no primeiro semestre deste ano, o que representa um aumento de 35,9% em relação ao mesmo período de 2009, quando os preços do cru sofreram fortes quedas.
Um relatório da Câmara Venezuelana Americana de Comércio e Indústria (Venamcham), divulgado nesta quinta-feira (12), aponta que dos US$ 16,352 bilhões vendidos pela Venezuela aos Estados Unidos, 96,7% correspondem a negócios do mercado petroleiro.
Por outro lado, a Venezuela importou dos Estados Unidos um total de US$ 4,932 bilhões no primeiro semestre de 2010.
Os números das exportações respondem à recuperação do preço do barril de cru venezuelano, que em 2009 sofreu baixas a ponto de ser negociado a menos de US$ 40. Em 2010, a média de preço do barril é de US$ 69,75.
A Venezuela produz 3,012 milhões de barris de cru por dia (mbd), segundo um balanço calculado em 2009 pela estatal Petróleos de Venezuela (PDVSA), publicado na semana passada. A Opep, no entanto, atribui a seu único membro sul-americano uma produção 2,32 mbd.
Os Estados Unidos, principal comprador do petróleo venezuelano, foi abastecido, em média, com 1,4 milhão de barris diários em 2009, o que situa a Venezuela em quinto lugar entre seus fornecedores de cru, segundo dados de Washington.
A Venezuela é o maior produtor de petróleo da América do Sul, e as exportações desta commodity representam aproximadamente 90% de sua renda em divisas
Fonte - Brasil Economico

Unitec anuncia investimentos em biodiesel na Argentina

A Unitec Bio planeja investir US$ 70 milhões na ampliação de uma fábrica na província de Santa Fé, que vai dobrar a capacidade de produção de biodiesel da empresa na Argentina, de 200 mil toneladas para 420 mil toneladas por ano.
A companhia pertence ao magnata argentino de ascendência armênia Eduardo Eurnekian, cujos negócios se estendem aos setores de infraestrutura, construção energia, comércio, bancário, entre outros. A expectativa é de que a unidade inicie a produção no segundo semestre de 2011, de acordo com um porta-voz da empresa. A maior parte será destinada ao mercado interno.
O anúncio se segue aos de outras companhias, que se movimentam para tirar vantagem dos incentivos do governo para transformar soja em combustível. Enquanto a exportação de biodiesel paga imposto de 20%, a de óleo de soja é taxada em 31%. Além disso, tem aumentado o uso do produto no país. Em agosto, a norte-americana Cargill Inc. anunciou investimento de 450 milhões de pesos (pouco mais de R$ 200 milhões) na construção de uma usina de 18 megawatts de potência e de uma unidade para produção de 240 mil toneladas de biodiesel por ano.
A produção de biodiesel na Argentina quadruplicou nos últimos quatro anos. Atualmente, as unidades instaladas no país têm capacidade para processar mais de dois milhões de toneladas. A maior parte desse volume é exportada para a União Europeia, mas se espera um aumento no consumo doméstico por causa da exigência da mistura de biodiesel ao combustível derivado de petróleo, que passou a 7% em julho. O governo quer elevar o porcentual a 10% até o final do ano. No início de 2010, o ministro do Planejamento, Julio De Vido disse que em quatro anos, a mistura chegará a 20%
fonte:revistagloborural