IEA – Instituto Energético Atlântico
terça-feira, 9 de novembro de 2010
Venezuela oil business
Venezuela’s President Hugo Chávez Frías frequently boasts his country is home to the second largest accumulation of crude oil reserves in the world -- only surpassed by Saudi Arabia -- and the fifth and third largest exporter of crude oil and petroleum products to the US market, respectively. He would be correct to point out that Venezuela’s Orinoco Heavy Oil Belt (“Orinoco Belt”) is home to the largest accumulation of recoverable heavy and extra-heavy oil in the world.
Worldwide, the decline in conventional crude oil reserves and production has and will force hydrocarbon-consuming nations to focus more attention on the heavy and extra heavy oil basins worldwide. Venezuela, with its large resource base, stands as one of the countries that could benefit the most.
Even as foreign investors have been invited to Venezuela to assist in certifying and quantifying its heavy and extra heavy oil reserves, it still remains to be seen whether or not these investors or others will be willing to take the risk and invest in the multimillion dollar activities needed to commercially develop the country’s resources. However, despite investor pessimism and a not-so-attractive investment scenario, the risk-reward tradeoff remains extremely attractive to independents and integrated majors as well as state-run oil companies.
domingo, 7 de novembro de 2010
DISCURSO DO PAPA JOÃO PAULO II AOS PARTICIPANTES NA SEMANA DE ESTUDOSSOBRE «ENERGIA E HUMANIDADE»
sábado, 9 de outubro de 2010
Petrobras anuncia nova descoberta de gás no Peru
quarta-feira, 6 de outubro de 2010
O IEA – Instituto Energético Atlântico
Em termos de objectivos gerais, pretende-se:
- Habilitar as empresas e governos com ferramentas de análise, compreensão e intervenção na extração de recursos naturais, sua transformação, armazenamento, transporte, distribuição e consumo da energia, assim como dotá-los de competências reflexivas e práticas de eficiência energética;
- Explicar conceitos e aplicá-los, actualizando-os numa perspectiva inovadora;
- Criar sinergias de intercâmbio de conhecimentos e saberes, de actuações, de modos de intervenção;
Em termos de objectivos específicos:
- Promover a compreensão da importância do valor da relação da extração e utilização de recursos energéticos com o desenvolvimento sócio económico dos países ricos nesses recursos, na necessidade de inovação tecnológica para fontes alternativas de energia a custos sustentaveis e na prtoteção da biodiversidade da natureza;
- Aumentar a capacidade para a compreensão, intervenção e resolução de situações de conflitos económicos situados no âmbito genérico da "Energia" de forma não violenta;
- Desenvolver a capacidade de identificação de comportamentos de risco e incentivar atitudes de prevenção;
- Promover competências para agir adequadamente á violação da regulação;
- Desenvolver uma cultura que habilite ao investimento da inovação energética nos países membros.
Os principios orientadores que regem o presente projecto assentam na consideração dos valores interpessoais e sociais, com particular atenção ao desenvolvimento tecnológico e económico da realidade presente para a conjugação do tradicional com alternativas futuras, à distribuição da riqueza que advém da exploração dos recursos naturais, à proteção ambiental e à responsabilidade social das empresas.
Daqui decorre a formação da sua agenda e a orientação para promover o desenvolvimento do diálogo entre países ricos em recursos naturais, governos e empresas que actuem no âmbito e circuito da energia. Considera a variedade de perspectivas de análise dada a abrangência,complexidade e transversalidade das especificidades de cada País.
Em função do propósito e dos princípios enunciados, propõem-se as seguintes linhas:
1) Abordagem numa lógica de multidisciplinaridade e transversalidade dos saberes, questões que requerem os contributos das ciências, da sociologia, da ciência política, do direito e e da economia;
2) Identificação de questões e definir problemas, apontar orientações estrtágicas futuras e avaliar propostas do presente;
3) Construir uma visão global das especificidades nacionais e dos problemas na área da governanças dos recursos naturais, incentivo á inovação tecnológica e consciencialização cívica sobre eficiência energética.
4) Elaborar a agenda para o primeiro FÓRUM sobre Energia, que anualmemente se reúnirá
O Centro do IEA é constituído pelo Secretariado Permanente para o Fórum sobre Governança Energética.
Perfil do Autor
www.energiasportal.com http://ieaenergiatlantico.blogspot.com/
(Artigonal SC #3409197)
Fonte do Artigo - http://www.artigonal.com/meio-ambiente-artigos/o-iea-instituto-energetico-atlantico-3409197.html
terça-feira, 5 de outubro de 2010
Gás descoberto em Morada Nova de Minas equivale a "meia Bolívia"
Fonte - Guia BD
Venezuela vendeu US$ 15,815 bi em petróleo aos EUA
Um relatório da Câmara Venezuelana Americana de Comércio e Indústria (Venamcham), divulgado nesta quinta-feira (12), aponta que dos US$ 16,352 bilhões vendidos pela Venezuela aos Estados Unidos, 96,7% correspondem a negócios do mercado petroleiro.
Por outro lado, a Venezuela importou dos Estados Unidos um total de US$ 4,932 bilhões no primeiro semestre de 2010.
Os números das exportações respondem à recuperação do preço do barril de cru venezuelano, que em 2009 sofreu baixas a ponto de ser negociado a menos de US$ 40. Em 2010, a média de preço do barril é de US$ 69,75.
A Venezuela produz 3,012 milhões de barris de cru por dia (mbd), segundo um balanço calculado em 2009 pela estatal Petróleos de Venezuela (PDVSA), publicado na semana passada. A Opep, no entanto, atribui a seu único membro sul-americano uma produção 2,32 mbd.
Os Estados Unidos, principal comprador do petróleo venezuelano, foi abastecido, em média, com 1,4 milhão de barris diários em 2009, o que situa a Venezuela em quinto lugar entre seus fornecedores de cru, segundo dados de Washington.
A Venezuela é o maior produtor de petróleo da América do Sul, e as exportações desta commodity representam aproximadamente 90% de sua renda em divisas
Fonte - Brasil Economico
Unitec anuncia investimentos em biodiesel na Argentina
A companhia pertence ao magnata argentino de ascendência armênia Eduardo Eurnekian, cujos negócios se estendem aos setores de infraestrutura, construção energia, comércio, bancário, entre outros. A expectativa é de que a unidade inicie a produção no segundo semestre de 2011, de acordo com um porta-voz da empresa. A maior parte será destinada ao mercado interno.
O anúncio se segue aos de outras companhias, que se movimentam para tirar vantagem dos incentivos do governo para transformar soja em combustível. Enquanto a exportação de biodiesel paga imposto de 20%, a de óleo de soja é taxada em 31%. Além disso, tem aumentado o uso do produto no país. Em agosto, a norte-americana Cargill Inc. anunciou investimento de 450 milhões de pesos (pouco mais de R$ 200 milhões) na construção de uma usina de 18 megawatts de potência e de uma unidade para produção de 240 mil toneladas de biodiesel por ano.
A produção de biodiesel na Argentina quadruplicou nos últimos quatro anos. Atualmente, as unidades instaladas no país têm capacidade para processar mais de dois milhões de toneladas. A maior parte desse volume é exportada para a União Europeia, mas se espera um aumento no consumo doméstico por causa da exigência da mistura de biodiesel ao combustível derivado de petróleo, que passou a 7% em julho. O governo quer elevar o porcentual a 10% até o final do ano. No início de 2010, o ministro do Planejamento, Julio De Vido disse que em quatro anos, a mistura chegará a 20%
fonte:revistagloborural

